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Destruição: Por ordem das ONGs, o garimpo em Rondônia é atacado pela ideologia e por interesses internacionais

No mercado, hoje, deixam de entrar na economia de Rondônia valores equivalentes a 100 quilos de ouro que não são retirados. Isso representa cerca de 740 milhões de reais. Só em impostos diretos, deixam de entrar para os cofres públicos nada menos do que 22 milhões de reais todos os meses. É este o total de ouro que poderia ser retirado do rio Madeira legalmente, todos os meses, diante da campanha considerada por críticos como brutal e exagerada contra os garimpeiros.

Mas tem mais. Só uma empresa de Porto Velho, hoje, vende mais de dois milhões de litros de óleo diesel, faturando em torno de 6 reais e 11 centavos o litro, o que totaliza cerca de 12 milhões e 220 mil reais. Disso, apenas em ICMS, seriam nada menos do que 3 milhões e 250 mil reais. Isso em apenas uma empresa. Multiplicando por várias outras, chega-se a um número estratosférico.

Este é apenas um resumo do grandioso mundo dos garimpos no principal rio de Rondônia, rico em ouro e que o governo brasileiro, atendendo exigências de ONGs internacionais, que, segundo críticos, influenciam o Ministério do Meio Ambiente, decidiu destruir sob a alegação de degradação ambiental, o que, para defensores da atividade, estaria distante da realidade.

O argumento central, orientado pelas ONGs, com o aval da ministra Marina Silva, é que o uso do mercúrio estaria contaminando o rio. Qualquer estudioso do assunto ou alguém que já tenha acompanhado o trabalho de uma draga ou balsa sabe que o mercúrio é reutilizado várias vezes no local onde o ouro é separado e que, há muitos anos, nenhuma gota é jogada no rio. Por ser caro, os garimpeiros o utilizam repetidas vezes, até que não haja mais resíduos aproveitáveis.

Só são aceitos, segundo críticos, por conveniência ideológica e para atender interesses estrangeiros, os argumentos contrários ao garimpo, já que qualquer posicionamento diferente é ignorado pelas autoridades. Outra questão é que o garimpo no rio Madeira, de Santo Antônio até a divisa com o Amazonas, está proibido por um decreto estadual ainda do governo de Osvaldo Piana, que governou entre 1991 e 1995. Ora, uma lei estadual pode ser derrubada por uma nova decisão estadual. Nada disso ocorreu.

Aqui em Rondônia, tanto uma lei aprovada na Assembleia Legislativa quanto o decreto do governador Marcos Rocha, autorizando a volta do garimpo com os cuidados necessários, foram contestados pelo Ministério Público Federal e derrubados na Justiça. Para proibir, vale o decreto antigo. Para mudar, não vale. Dois pesos e duas medidas que, segundo críticos, atendem aos grandes interesses internacionais. Não é o garimpo que seria criminoso, dizem os defensores da atividade.

São 15 mil famílias que correm o risco de não ter como sobreviver, pela virulência com que são atacadas

Ainda sobre o tema, nesta semana, ao participar do programa Papo de Redação, da Parecis FM, a dra. Tânia Sena, líder dos garimpeiros há vários anos, relatou a situação dramática vivida por centenas de famílias que tiveram seus bens destruídos, queimados e até explodidos durante operações de fiscalização.

Hoje, mais de 15 mil famílias correm o risco de não ter como sobreviver, porque não podem mais trabalhar. Muitas viviam em suas balsas ou dragas, que também serviam como moradia. Perto de 60 mil pessoas terão de sobreviver apenas com auxílios do governo, enquanto, segundo críticos, parte da riqueza segue sendo levada por empresas estrangeiras e pelo contrabando. Ao mesmo tempo em que forças policiais destroem dragas e balsas, interesses internacionais continuam avançando sobre as riquezas da região.

Tânia Sena destacou, contudo, que “é importante dizer que a fiscalização é necessária. Ela ajuda as cooperativas e os que trabalham corretamente. Mas essa fiscalização precisa ser feita da forma correta, com respeito a quem trabalha duro para sobreviver, e não da maneira agressiva como acontece atualmente”. Em resumo, defendeu equilíbrio e bom senso, questionando se esse apelo será ouvido.

A morte da professora: um crime covarde e cruel estremece o mundo universitário de Rondônia

Brutalidade. Crueldade. Total desprezo pela vida alheia. São palavras que se repetem diante da morte violenta de uma professora da Fimca, assassinada a facadas dentro da sala de aula por um aluno. Rondônia entrou a noite de sexta-feira em choque, sem entender o que levou um jovem estudante a destruir a vida de uma mulher dedicada ao ensino.

Até a tarde de sábado, ainda não havia detalhes conclusivos sobre como o crime ocorreu e quais foram as motivações. Uma das hipóteses levantadas é que o agressor, conhecido como João Júnior, teria se revoltado após receber uma nota muito baixa em uma prova. Outra versão fala em um possível relacionamento entre os dois. Nada disso, porém, estava confirmado até então.

A professora Juliana Mattos Santiago era também escrivã de polícia. Tinha 40 anos e uma trajetória marcada por estudos, trabalho e dedicação. Após ser atacada com várias facadas, foi levada ao Hospital João Paulo II, onde não resistiu.

“O sentimento é de tristeza profunda, choque e indignação”, escreveu o deputado federal Maurício Carvalho, um dos diretores da Fimca, pedindo que “a dor se transforme em Justiça”. Em nome da instituição, o empresário e fundador da Fimca, Aparício Carvalho, também emitiu nota repudiando o crime e informando que providências estão sendo tomadas.

Marcos Rocha oficializa o Recam, com negociação de débitos e multas ambientais

O refinanciamento de dívidas com o Estado, regulamentado pelo Refaz, ganhou um segundo capítulo importante. O governador Marcos Rocha anunciou a aprovação do Recam, o Programa Estadual de Recuperação de Créditos Ambientais e Multas. Assim como o Refaz, o novo programa permite renegociações, agora voltadas especialmente ao setor produtivo rural.

Segundo Marcos Rocha, “os nossos produtores poderão reorganizar as suas finanças e, assim, produzir e gerar desenvolvimento. É um sonho antigo”. O projeto foi aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado em seguida. O secretário de Agricultura, Luiz Paulo, destacou que a medida deve beneficiar produtores em todo o estado.

Gabinete em Brasília: Euma Tourinho comemora avanços na busca por recursos para a capital

Os primeiros resultados já começam a aparecer. O Gabinete de Articulação e Representação em Brasília, comandado por Euma Tourinho, iniciou negociações que podem garantir novos recursos federais para Porto Velho. Entre as articulações, está a busca por linhas de financiamento do BNDES com juros a partir de 1,25 por cento ao ano.

Também estão em andamento renegociações de convênios antigos, cujos juros chegavam a patamares entre 19 por cento e 26 por cento ao ano. Há ainda tratativas com o Ministério da Agricultura para a renovação de contratos na ordem de 4 milhões de reais para compra de maquinário. A agenda inclui reuniões com a Unesco para ampliar cooperação técnica internacional.

Aeroporto Jorge Teixeira registra mais de 630 mil passageiros

Mesmo com críticas sobre a oferta de voos, o aeroporto internacional Jorge Teixeira registrou crescimento de 28 por cento no número de passageiros, com 638 mil pessoas transportadas em 2025. Segundo a administradora, também houve aumento no número de voos comerciais, que chegaram a 4.527 operações, 24 por cento a mais que no ano anterior.

A concessionária atribui o resultado à ampliação da malha aérea, com a retomada de voos para Manaus e Cuiabá. Apesar disso, usuários ainda reclamam dos preços das passagens e da limitação de opções.

Paulo Andrade pode ser nome surpresa para a sucessão estadual em Rondônia

Empresário e diretor da Faculdade Unopar, Paulo Andrade tem sido procurado por diversos partidos para disputar o governo do estado. Carioca de nascimento e rondoniense de coração, ele construiu carreira no setor empresarial e teve passagem pela política como vereador em Pimenta Bueno, em 1982.

Até agora, Andrade não decidiu se aceita o desafio. Nos bastidores, as conversas continuam, e o nome dele surge como possível surpresa na corrida sucessória.

Se não cair no STF, nova lei pode destravar o asfalto da BR-319

A nova lei de licenciamento ambiental, aprovada pelo Congresso após a derrubada de vetos presidenciais, pode abrir caminho para o asfaltamento completo da BR-319, que liga Rondônia a Manaus. Caso não seja barrada no Supremo Tribunal Federal, a legislação cria a Licença Ambiental Especial para obras estratégicas.

Com isso, projetos considerados de interesse público poderão ter prazos mais definidos para análise, reduzindo, segundo defensores da medida, a interferência de disputas judiciais que travam obras há anos.

Mais de 49 milhões de brasileiros esqueceram 10 bilhões de reais nos bancos

Segundo o Banco Central, mais de 49 milhões de brasileiros têm valores a receber, totalizando mais de 10 bilhões de reais. O dinheiro é oriundo de contas encerradas, tarifas cobradas indevidamente e outros saldos residuais. O resgate pode ser consultado no site oficial do BC.

Para idosos e pessoas com dificuldade de acesso à internet, a recomendação é buscar ajuda de familiares de confiança, evitando golpes.

Perguntinha

Na sua opinião, o fato de a Unir eventualmente não ter cumprido a legislação de cotas deve mesmo resultar em uma multa de 61 milhões de reais, como pede o Ministério Público Federal, por supostos danos em uma ação contra a universidade rondoniense?

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Fonte: https://newsrondonia.com.br/noticias/2026/02/08/destruicao-por-ordem-das-ongs-o-garimpo-em-rondonia-e-atacado-pela-ideologia-e-por-interesses-internacionais/

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